Hoje, mais uma vez,
O som do mestre ouvi
O chamado familiar
O som do mestre ouvi
O chamado familiar
À saudade decaí
Outra quimera confusa
Outra peça pregada
O bobo da corte é minha mente
Que volta a deixar-me despedaçada
Em sonhos te ouço
Ou talvez finja ouvir
Mais uma torpe nostalgia
Que finjo não sentir
Caio uma vez
Sob minhas mãos choro
Oh, Erzie, querido
Não sabes o quanto te anhoro
Uma mão quente me tocou
Isto eu, vezes, já vi
Só mais uma miragem,
Ou é real o que senti?
Um corpo me abraça
O perfume é familiar
Finalmente, mestre meu,
Volto a te encontrar!
Outra quimera confusa
Outra peça pregada
O bobo da corte é minha mente
Que volta a deixar-me despedaçada
Em sonhos te ouço
Ou talvez finja ouvir
Mais uma torpe nostalgia
Que finjo não sentir
Caio uma vez
Sob minhas mãos choro
Oh, Erzie, querido
Não sabes o quanto te anhoro
Uma mão quente me tocou
Isto eu, vezes, já vi
Só mais uma miragem,
Ou é real o que senti?
Um corpo me abraça
O perfume é familiar
Finalmente, mestre meu,
Volto a te encontrar!
Para Erzie, meu mestre.
Categories:
Poesía