Mesmo tão distante
Teu corpo ainda anseio
Mesmo sem ter te tocado
Tua boca saboreio
Minha alma poetisa
A tua agora anhora
E o primeiro doce toque
Ela agora implora
Tuas mãos em minhas pernas
O delicado gemido sacando
Tua boca na minha
Aquele gemido calando
Minhas mãos em tuas costas
As leves unhas arranhando
Minhas pernas ao teu redor
Ao teu corpo me apertando
Minha boca em teu pescoço
Suavemente mordendo
As marcas deixando
O sangue escorrendo
O sabor da tua pele
Meus lábios sugando
Minhas mãos em tuas coxas
Suavemente pressionando
Tua língua no meu ventre
Descendo, explorando
De volta à minha boca
Eu, do meu sabor provando
Colando em minha entreperna
Sua masculinidade apertando
Os efeitos do seu prazer
Devagar me penetrando
Uma investida suave
Mais forte se tornando
Mais duro, mais rápido
Meus gritos ecoando
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Poesía